Na minha adolescência, estive em conflitos, pois não conseguia me firmar nos caminhos de Deus. Ao mesmo tempo que estava na igreja, saia com amigos para as festas, e bebia bastante.
Pelo fato de tocar violão, meu copo de cerveja nunca ficava vazio. Enquanto eu tocava, as pessoas o enchiam e, de gole em gole, sem perceber, estava bêbado.
Anos depois, já reconciliado com Senhor, e longe da bebida, escrevi esse samba, que não é um pagode no sentido estrito, relatando a minha vida, mas adicionando alguns itens que são comuns a todos os pagodeiros (o fato de ser casado, por exemplo; o que eu não era, na época).
O objetivo foi alertar a igreja que pessoas assim também devem ser evangelizadas e, que podem se tornar músicos cristãos.